A barbaridade ao alcance dos jovens
Pode parecer loucura, mas vários animais são sacrificados diariamente, em rituais cruéis, promovidos por influenciadores, que atraem até 600 jovens para participar do assassinato, principalmente de filhotes.
Não tem cabimento, mas é assim e segundo policiais próximos do assunto, os rituais estão crescendo em número e tamanho.
A ponta desse enorme iceberg foi a morte, depois da enorme crueldade com o cachorro Orelha, em Santa Catarina. O animal foi encontrado em condições tão precárias que a única solução foi a eutanásia.
Foi lendo sobre essa barbaridade praticada ao que parece por jovens de classe social privilegiada que eu tomei conhecimento do tema e descobri que vários animais são mortos diariamente, em rituais brutais, assistidos por até 600 pessoas, a maioria jovens que acompanham sites com este foco pelas redes sociais.
Dizem os policiais entrevistados, que este é o primeiro passo para rituais muito mais brutais, envolvendo os próprios jovens que, através de campanhas de convencimento são levados a cometerem suicídio ou se automutilarem.
Confesso que não consigo entender ou aceitar algo deste gênero. Está além da minha capacidade imaginar que alguém possa torturar e matar animais para depois convencer jovens a se matarem.
Quem faz isso é um doente, um tarado, um psicopata que precisa ser eliminado da sociedade. Não é possível permitir que gente como essa siga solta, acessando a internet para levar dor e sofrimento para milhares de pessoas. Os jovens que se mutilam ou se matam não são as únicas vítimas. Seus familiares e amigos são atingidos com a mesma violência.
A morte de animais em rituais cruéis é inadmissível. E quando ela é a preparação para o suicídio de jovens é crime inafiançável.
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