Capriche no voto
Falta pouco, no fim de semana você vota. Vai escolher presidente da república, governador, 2 senadores, deputado federal e deputado estadual. Não cabe aqui discutir o modelo da eleição, nem se o voto é eletrônico ou em papel. As coisas estão muito mais avançadas do que você imagina, mas não tem forças ocultas puxando o tabuleiro para o outro lado.
No Brasil, votar é obrigatório, pelo menos entre 18 e 69 anos. Abaixo disso, os com mais de 16 podem votar e acima, os com mais de 70 podem não votar.
Se a regra é boa ou não, tanto faz, está escrito na Constituição e até ser mudada é ela que vale, que prevalece, que dá o ritmo do jogo. O que você pode fazer, eventualmente, é mudar o jeito de votar. A maioria dos brasileiros não se lembra em quem votou na última eleição. Não pode ser assim, dá errado. O resultado é esse Congresso que está aí e que agora você tem a chance de mudar. Só que mudar pode ser para melhor ou para pior e para piorar não é difícil.
Nós não nascemos com o grau de barbaridade que hoje faz parte do nosso dia a dia político. Não, até certo tempo atrás vereador não era remunerado. Deputado estadual ganhava pouco e deputado federal estava longe das mordomias e vantagens atuais.
Aí foi mudando, foi mudando, até chegar nos dias de hoje, onde o Congresso tem verbas indecentes para emendas semi secretas mais indecentes ainda.
Não tem bonzinho nessa história e honestamente eu não quero político bonzinho, quero político comprometido com coisa pública. Gente disposta a fazer bem-feito o que tem que ser bem-feito.
Tem muita gente ruim candidata a todos os cargos, mas também tem gente boa. Escolha com calma, prefira o bom, quem ganha é você.