Uma estupidez muito antiga
Todas as civilizações, desde o início dos tempos, têm em comum 3 pontos. A guerra, o uso do sexo e a escravidão.
Tanto faz o continente, a religião, a forma de governo, todas, sem exceção, incluídas as sociedades ameríndias, têm em sua história, a guerra, o sexo e a escravidão.
Nestes temas, a história do Japão não difere muito da história inglesa, que não é diferente da história egípcia, que se mistura aos assírios e assim vamos, de civilização em civilização, de sociedade em sociedade, desde o começo do começo da história humana.
Resumidamente, Clauzewits escreveu que a guerra é continuação da política por outros meios. É verdade, a guerra é uma ferramenta política, uma forma de expandir influências, conquistar territórios, aumentar a riqueza.
O grande problema das guerras é que sempre sabemos como começam, mas, até terminarem, nunca sabemos como terminam. Invariavelmente não é da forma como quem a começou imaginou.
É estudar o passado e ver o resultado das duas guerras mundiais para se ter certeza disso. Mas além de não saber como terminam, também não sabemos como ficarão os territórios próximos, depois dela acabar.
Pode ser que dê certo, pode ser que não. Além disso deu certo para quem? Os grandes líderes que soltam os demônios raramente pagam o preço, mas milhares de pessoas no caminho das bombas morrem sem terem nada com isso. Por quê? O que dá a alguém o direito de invadir ou bombardear gratuitamente outra nação?
A questão é complicada e complexa. Mais uma vez estamos vendo isso de perto. Soltaram os ventos, agora o mundo tem que lidar com os furacões. Entre mortos e feridos, perderemos todos.
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