Arquivo de categorias para "Da Cidade"
As floradas de inverno
[Crônica de 7 de julho de 2005] Esse ano as floradas vão seguindo seu ritmo mais ou menos sem alterações maiores. Cada planta tem respeitado seu momento, pelo menos no varejo, e, com as tradicionais exceções de praxe, quando árvores mais apressadas saem na frente, enquanto outras se guardam para…
A igreja do Pátio do Colégio
[Crônica de 8 de outubro de 2003] Cada vez que eu entro na igreja do pátio do Colégio é como se entrasse numa máquina do tempo. Como se participasse, mais do que visse, de 500 anos de história do Brasil, desde a chegada das primeiras caravelas, ainda no final do…
Pelos campos e montanhas
[Crônica de 1 de agosto de 2003] Jules Martin traçou o viaduto ligando os dois lados da cidade. Mas antes disso o Arouche já tinha um largo que depois foi deixado em herança para o filho que o novo proprietário não gostava muito, porque o predileto ganhou uma mobília linda,…
5 séculos de Santa Casa
[Crônica de 18 de agosto de 1998] É coincidência, mas coincidência boa a crônica número 1500 tratar dos 500 anos das Casas de Misericórdia de origem portuguesa espalhadas pelo mundo. Foi em 1498 que d. Leonor, rainha de Portugal, mulher de d. João II, inconformada com a morte do filho…
Padre Manoel de Paiva
[Crônica de 22 de janeiro de 2004] Pouca gente conhece ou já ouviu falar no padre Manoel de Paiva. Mas ele tem enorme importância na história de São Paulo. Parente de João Ramalho, o branco que já habitava o planalto desde antes de 1532, é o padre Paiva que o…
Você no cotidiano
[Crônica de 6 de julho de 2000] De manhã é difícil acordar, ainda mais no inverno, quando fora da cama está frio. Para você o bom seria ficar mais tempo, bastante mais tempo, deitada debaixo das cobertas quentes, percebendo o dia através da janela ficando cada vez mais clara por…
As cerejeiras paulistanas
[Crônica de 15 de agosto de 2005] Eu não conheço o Japão. Por isso nunca vi as cerejeiras do monte Fuji. Aliás, por isso, nem sei se o monte Fuji tem cerejeiras. Mas eu gosto de pensar que tem e que elas são as mais bonitas de todas, inclusive do…
De repente se faz o caos
[Crônica de 27 de junho de 2003] De repente, sem aviso prévio, exceto a abertura de um bar ou restaurante, o caos chega, olha e se instala; e uma região que até aquele dia era calma se transforma numa sucursal do inferno, com os piores círculos fazendo força para tomarem…
O verão no inverno
[Crônica de 22 de agosto de 2005] A última semana fez quase tanto calor como nos dias do final do verão, e nós estamos em pleno inverno. Algo estranho no tempo? Não. Em São Paulo isso sempre aconteceu e nos últimos anos, sem base científica para afirmar, tenho a impressão…
Uma mulher morta a cada seis horas
No Brasil, uma mulher morre assassinada a cada seis horas. Isso mesmo, de acordo com dados recentemente publicados, quatro mulheres são assassinadas por dia no país, isso quer dizer uma mulher morta a cada seis horas. É um número inaceitável, mas que infelizmente pode ser maior, as estatísticas podem não…