Arquivo de tags para "Crônicas da Cidade"
Moda
[Crônica do dia 19 de junho de 2008] O mundo gira no ritmo da moda. Se é moda é moda, se não é moda, está fora da moda. Tanto faz a lógica ou outras razões sobre o assunto. É assim e acabou. Que importa se a música é um lixo?…
O absurdo é só rotina
No Brasil o absurdo virou rotina, cara de pau, falta de critério, para não dizer falta de sensibilidade, ou falta de vergonha na cara para fazer o malfeito com a sem cerimônia de quem não precisa do serviço, por isso quer que tudo se exploda. O governo federal cortou sessenta…
Muito triste
[Crônica do dia 1 de junho de 2006] A razão de ser da Crônica da Cidade, desde seu começo, lá se vão quase 14 anos, sempre foi tentar mostrar o lado belo da vida na cidade. Lado belo que existe e que se mostra de forma poética na flor que…
O crime em alta
O assassinato frio e brutal de um cirurgião dentro do carro, ao lado do filho, por uma dupla de assaltantes choca a sociedade, mas não pode ser visto fora do contexto geral, em que a criminalidade cresce em todo o país e milhares de pessoas são assassinadas por motivos fúteis…
Um século de rádio
Já disseram que ele iria acabar. A maior ameaça, a que destruiria o veículo, foi a televisão. A televisão veio, viu e não deu conta do recado, que, aliás, não era sua missão. O rádio segue firme e forte, cada vez mais dinâmico e robusto, com capacidades novas de entrega…
Os efeitos da crise
[Crônica do dia 23 de abril de 1998] Digam o que disserem, os efeitos da crise de emprego que assola o Brasil têm sido de uma crueldade ímpar, que vai afetando diretamente a vida do país, ou, pelo menos, de parte dele. A crise de emprego não é só consequência…
Emanoel Araujo
No dia que tripudiaram da história e da herança brasileira, transformando o bicentenário da independência numa vergonha eleitoreira, o Brasil perdeu um de seus maiores nomes na área cultural. Morreu Emanoel Araujo. A morte do grande homem pode ser vista como a revolta contra tudo o que a estupidez humana…
A morte da Rainha
A única certeza é que todo mundo morre, até a Rainha da Inglaterra! A morte de Elizabeth II abre um claro que dificilmente será preenchido, pelo menos no futuro próximo. A mais longeva soberana britânica reinou por setenta anos, viu o grande e o pequeno, antes e depois de ser…
A sósia
[Crônica do dia 3 de abril de 1997] Numa noite desta, eu saí para jantar fora com um grande amigo meu. Homem superiormente inteligente e extremamente íntegro consigo mesmo, conversar com ele é um prazer. Assim, quando é possível, dentro da loucura que é a vida na cidade de São…
Os nomes e as homenagens
[Crônica do dia 18 de janeiro de 2000] Eu não sei quem foi o engenheiro Roberto Zuccollo e tenho certeza de que 99% da população da cidade de São Paulo também não sabe. Por conta disto peço desde já desculpas à sua família e aos que foram seus amigos porque…