Para baixo das alamedas

As alamedas atualmente se chamam jardins. É curioso como a indústria imobiliária muda os nomes da cidade, de acordo com seus interesses, valorizando com o nome do vizinho, áreas que não faziam parte dele. Os jardins começavam para baixo da rua Estados Unidos, onde tem início o Jardim América, nome…

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A vez dos gafanhotos?

  Depois do vexame de assistir abismado a fuga do Sr. Weintraub e da demissão sem posse do seu sucessor, o Brasil é contemplado, entre outros, com mais um desastre, além do coronavírus. O Brasil conviveu durante séculos com as saúvas. A tradição é tão forte que no romance de…

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Acidentes e mortes

  A pandemia trouxe com ela uma consequência interessante e lógica. O isolamento social, que no princípio era razoavelmente respeitado, diminuiu o trânsito e, em função disso, o número de acidentes em geral. Leia também: O pedestre não respeita o pedestre Mas se, de um lado, este número caiu, puxado pela…

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Sucesso e sorte

Digam o que disserem, não há como separar o sucesso da sorte. Uma coisa está intimamente ligada à outra, a tal ponto que só um louco acha que chegou lá apenas por competência. Não chegou, nem vai chegar. É evidente que o trabalho e o esforço são importantes. São mais…

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No tempo dos Aero-Willys

Houve um tempo em que os Aero-Willys e os Simca Chambord dominavam as ruas brasileiras. Imponentes com seus motores impressionantes, eram o topo de linha da indústria automobilística nacional. As ruas se curvavam à sua passagem e ano a ano se tornavam mais sofisticados, mais bem acabados, dentro de seu…

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Múmias da Luz

Toda história tem seus mistérios, suas tipicidades que a fazem única e por isso dão um sabor especial a detalhes que lembram muito filme de suspense ou terror. É o caso do Mosteiro da Luz em São Paulo. Parte museu, parte mosteiro, parte igreja consagrada ao santo paulista São Frei…

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Antes é cedo, depois é tarde

  Chora mais quem pode menos. A regra é antiga como o mundo e quem duvida dela acaba chorando, porque nessa vida não tem perdão, quem não aprende paga pelo erro e paga caro, dependendo da situação. Todos têm sua hora e sua vez, já dizia Augusto Matraga, que encontrou…

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Compaixão faz bem

Não há motorista que não se irrite com os catadores de lixo. Os riquixás puxados a força humana, numa cidade de topografia cruel como é São Paulo. De repente a avenida para, o trânsito não anda, o sinal verde não favorece em nada, porque ali na frente vai um cidadão…

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O barulho dos aviões

  Ao longo dos últimos meses, a cidade descobriu uma nova forma de escutar o dia, uma forma mais silenciosa e amigável, como se os ruídos infernais que fazem da vida uma loucura nunca tivessem existido. A primeira redução foi a do trânsito. De repente, as pessoas perceberam que o…

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A maravilha das azaleias

  Não sei se foi porque os saguis do bairro cresceram e se multiplicaram e agora correm pelos fios mudando de um grupo de árvores para outro… Não sei se foi porque dois gaviões voam quase que diariamente nos finais de tarde, com jeito de quem não quer nada, mas…

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